Resgatar a escola pública gratuita
Existem instituições públicas, municipais e estaduais, que terceirizam de diferentes formas — como contribuições "espontâneas", "ações entre amigos", feijoadas e pasteladas — a responsabilidade pela manutenção financeira dos educandários. Essa prática impõe a compra ou a venda de produtos aos estudantes e suas famílias, desconsiderando a realidade dos lares carentes e a própria legislação brasileira, que garante a escola pública e gratuita. É preciso fazer valer a lei, cobrando os responsáveis.
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